plásticas poéticas

Um bate-papo entre Darwin, Pérsio e Gerber serviu para gerar a proposta desta atividade: construir instalações sobre textos dos autores da ELL.

Recolheram (Darwin e Gerber) textos e enviaram ao artista (Pérsio) para que este criasse as plásticas poéticas.

Porém, parece que ele não conseguia pensar em nada. Fora o poema do Edson – “Para que o dia amanheça”, nada surgia. Inverte-se o processo. Sobre alguns quadros dele, Darwin criou alguns textos poéticos e em alguns casos, tanto o físico como o literário nasceram juntos.

Nos posts abaixo, imagens da experiência.

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Published in: on January 5, 2007 at 3:46 am  Comments (17)  

luz/som

luzlua.jpg

Published in: on January 5, 2007 at 3:43 am  Leave a Comment  

colher sangue

colhersangue.jpg

Published in: on January 5, 2007 at 3:40 am  Leave a Comment  

arame&rosa

arame e rosa

Published in: on January 5, 2007 at 3:34 am  Leave a Comment  

máquina

maquina.jpg

Published in: on January 5, 2007 at 3:31 am  Leave a Comment  

palavras e cores

palavras e cores

Published in: on January 5, 2007 at 3:28 am  Leave a Comment  

para que o dia amanheça

cafe.jpg

Published in: on January 5, 2007 at 3:25 am  Leave a Comment  

“O Mapa do Abismo e Outros Poemas”

por Edson Bueno de Camargoedson.jpg

 

Lançamento do livro “o Mapa do Abismo e Outros Poemas” de Edson Bueno de Camargo na Casa da Palavra ( Praça do Carmo, 171 – Centro – santo andré – SP) no dia 29/07/2006 – às 19h30.


livroedson.JPGBueno de Camargo, Edson – O Mapa do Abismo e Outros Poemas – Edições Tigre Azul/ FAC Mauá – Mauá – SP – 2006.

Obra financiada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Município de Mauá, o que propiciou sua publicação, é um livro de poemas colocados de forma a revelar o caminho para o abismo que todos carregamos dentro de si, mesmo que inadvertidamente. Continua a trajetória iniciada com a publicação do livro de edição de autor “Poemas do Século Passado 1982 -2000” em 2002. “O Mapa do Abismo e Outros Poemas”, é uma coletânea de poemas produzidos na virada do século XX para o XXI. Dadas ás dificuldades naturais de publicação este livro sai publicado com o hiato de alguns anos, uma vez que é seqüência imediata da proposta do livro anterior, no entanto como a temporalidade não funciona no poema como na, “aspas”, realidade, esta diferença temporal não é um empecilho para a leitura da obra. Vivemos dos vestígios do século passado, uma vez que boa parte de nossas vidas foi vivida no outro século, e os recém-nascidos neste século ainda não tem idade para suplantar nossas idéias e ações.

Published in: on July 19, 2006 at 10:16 pm  Leave a Comment